Inovações e abre as inscrições abertas para o Edital Rumos Itaú Cultural

Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú
A partir desta 20ª edição, o Rumos está remodelado passando a aceitar somente projetos de criação artística relacionados à arte e cultura brasileiras. As linguagens são: arte e tecnologia, artes visuais, design, arquitetura, moda, gastronomia, audiovisual, circo, dança, literatura, performance, música, teatro, games e HQ. Como nos editais anteriores, a equipe Itaú Cultural percorrerá presencialmente todas as capitais do país para apresentar o programa.

O Itaú Cultural (IC) anuncia a abertura das inscrições para o edital Rumos 2023-2024, a serem realizadas das 00h01 desta terça-feira, 1 de agosto, até as 23h59 de 22 de setembro — horário de Brasília. Os projetos devem ser inscritos gratuitamente em rumositaucultural.org.br, site que indica os procedimentos e a estrutura do programa. Eles passarão por um processo de seleção e os contemplados serão comunicados até o dia 6 de maio de 2024 por telefone e/ou e-mail, além de serem listados no site do programa.

Esta edição marca um novo momento do Rumos. O edital passa a aceitar somente projetos de criação artística relacionados à arte e cultura brasileiras. Neste conceito, estão abrangidas quaisquer ações ou etapas criativas para o desenvolvimento do projeto que pode ser concebido em qualquer tipo de suporte, formato ou mídia, nas seguintes linguagens: arte e tecnologia, artes visuais, design, arquitetura, moda, gastronomia, audiovisual, circo, dança, literatura, performance, música, teatro, games e HQ.

Não são considerados projetos de criação artística propostas de encontros, cursos, oficinas, seminários, mostras, festivais, feiras, circulação, preservação, restauração, higienização, catalogação, organização e recuperação de acervos e programas de formação. Entenda como funciona este edital aqui.

“O Rumos é a principal ação de fomento do Itaú Cultural para artistas. A mudança de escopo para esta edição se dá em um momento no qual valorizamos ainda mais o processo criativo, uma etapa que ainda não é tão respaldada em outros editais de fomento”, diz Valéria Toloi, gerente do núcleo de Formação do Itaú Cultural. “Buscamos projetos em que a criação artística está em evidência, tendo como critérios a singularidade, a consistência e a relevância. Esta é a característica primordial do programa, que sempre buscou estar próximo do que é mais inventivo no fazer das artes”, completa.

O novo formato do Rumos decorre de um período de recolhimento e observação imposto pelo isolamento da pandemia de covid-19 – durante o qual, foi repensada a forma de análise e escolha dos projetos inscritos no Rumos anterior, do biênio 2019-2020 (leia mais em “sobre o Rumos).

Na ocasião, foi lançado o Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência, dedicado a apoiar os artistas durante o isolamento. O edital contemplou todas as áreas de expressão. A resposta ao chamamento tornou ainda mais clara a existência de uma ampla quantidade de projetos artísticos construídos no país, abrindo caminho para o atual foco do Rumos.

A forma de seleção dos projetos desta edição está mantida em três etapas. A primeira é a de avaliação. Neste momento, todas as inscrições válidas são analisadas pelos integrantes da comissão de avaliação do Rumos Itaú Cultural. Aqui, são avaliados os projetos que atendem, em parte ou integralmente, os critérios norteadores do programa.

Na segunda etapa, a de seleção, todos os trabalhos aprovados anteriormente são analisados pela comissão de seleção, considerando a singularidade (criatividade, inovação, experimentação e contemporaneidade), relevância, (abrangência, potencialidade, referência e representatividade) e consistência (conceituação e viabilidade). Por fim, os projetos selecionados até este momento, passam pela etapa de viabilidade técnica, jurídica e orçamentária.

A comissão de seleção é formada por Adriana Ferreira, jornalista, escritora e curadora literária; Ave Terrena, dramaturga, diretora teatral, poeta e professora da Escola Livre de Teatro de Santo André; Cristina Castro, gestora cultural, curadora e artista das artes cênicas; Dani Nega, atriz, compositora e ativista do movimento negro e LGBTQIAPN+; Divino Sobral, artista visual e curador independente; Jé Oliveira, ator, dramaturgo e diretor de teatro; Joana Mendes, autora do Manual de penteados para crianças negras, presidente do Clube de Criação, palestrante e jurada do D&AD e do Festival de Cannes; Joel Zito Araújo, doutor em Comunicações e Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), diretor, roteirista, produtor e escritor; Juliana Jardim, pesquisadora, diretora, professora, atriz, performer e preparadora de atrizes no Brasil e exterior; Juliano Holanda, compositor; e Paulo Miyada, curador-chefe do Instituto Tomie Ohtake e curador adjunto de arte latino-americana do Centre Pompidou, na França.

Somam-se a eles, os gestores de núcleos do IC: Anna Paula Montini, do jurídico; Andre Furtado, de audiovisual e produtos culturais; Galiana Brasil, de artes cênicas, literatura e música; Gilberto Labor, de infraestrutura e produção; Jader Rosa, do Observatório Itaú Cultural; Sofia Fan, de artes visuais e acervos; Tânia Rodrigues, da Enciclopédia Itaú Cultural; Tatiana Prado, de memória e pesquisa; e Valéria Toloi, de formação.

 

 

 

 

(Da redação com informações da Assessoria)

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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