Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação aborda as línguas dos povos originários do Brasil em exposição no CCVM

“Língua é pensamento, língua é espírito, língua é uma forma de ver o mundo e apreciar a vida”. É assim que a curadora Daiara Tukano descreve o ponto de partida de Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação. A imersão começa no próprio nome da mostra, que vem da língua Guarani Mbya: nhe’ẽ significa espírito, sopro, vida, palavra, fala; e porã quer dizer belo, bom. Juntos, os dois vocábulos significam “belas palavras”, “boas palavras” – ou seja, palavras sagradas que dão vida à experiência humana na terra.    

Neste sábado, 9/11, das 14h às 16h, teremos o prazer de recebê-la no CCVM para uma visita guiada à exposição. Realizada pelo Museu da Língua Portuguesa (SP) com articulação e patrocínio master do Instituto Cultural Vale, Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação aborda as línguas dos povos originários do Brasil, suas trajetórias e culturas. Em São Luís, a montagem conta com peças exclusivas do acervo do CCVM, da Casa de Nhozinho e do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão.

Daiara Tukano é do povo Yepá-Mahsã, artista indígena, curadora, mestre em Direitos Humanos e Conselheira Nacional de Cultura.

A programação é gratuita.

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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