Escola Fundação Itaú aborda o uso criativo da inteligência artificial no campo da arte e da educação em curso autoformativo gratuito

Ministrado pela cientista da computação Nina da Hora e disponível para acesso sob livre demanda, Percurso nas artes para professores: inteligência artificial aborda o desenvolvimento das IAs, discute suas questões éticas e avalia seus desafios e oportunidades. O curso é voltado para educadores e estudiosos das artes, e aberto também a interessados em geral.

A Escola Fundação Itaú www.fundacaoitau.org.br/escola lança no dia 29 de janeiro (quarta-feira), a partir das 9h, o curso autoformativo gratuito Percurso nas artes para professores: inteligência artificial. As aulas trazem subsídios para a atuação de profissionais e interessados nessa área sobre temas como o uso da inteligência artificial (IA) nos campos da arte e da educação, as formas como a ferramenta pode apoiar processos criativos e estratégias de ensino, e questões éticas a serem consideradas na prática do uso das IAs.

Desenvolvido pelo Núcleo de Formação e Fomento e pelo Núcleo de Informação e Difusão Digital do Itaú Cultural, a formação é ministrada pela cientista da computação Nina da Hora, que também é pesquisadora, ativista, integrante do Conselho de Segurança do TikTok, e tem uma atuação tecnológica antirracista, explorando as interseções entre arte, IA e racismo. O curso integra a série Percurso nas artes para professores, que já conta com outros seis cursos já disponíveis na Escola Fundação Itaú: Arte e ciênciaA fotografia na sala de aulaLiteratura na sala de aulaArte-educação como prática emancipatóriaArtes do corpo como metodologia e A música e seus desdobramentos.

Nesta nova formação oferecida Itaú, as dez horas de aulas são divididas em cinco módulos: História e desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA)Ética na IAFundamentos da IA na educaçãoIA no ensino das artes e Desafios e oportunidades da IA na educação em artes. Ao final, os participantes recebem um certificado, de acordo com o regulamento da Escola.

Passo a passo

O primeiro módulo, História e desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), faz uma análise do desenvolvimento histórico e conceitual da IA, sistemas computacionais capazes de executar tarefas que requerem inteligência humana. Na sequência, em Ética na IA, são debatidas questões éticas emergentes no uso dessa ferramenta, como privacidade, viés algorítmico e a importância da transparência e da responsabilidade no desenvolvimento e na aplicação de tecnologias de inteligência artificial.

Fundamentos da IA na educação é o terceiro módulo do curso, que mergulha nos conceitos básicos de algoritmos, a partir do entendimento de como a IA pode ser utilizada na personalização do aprendizado, incluindo e estimulando a criatividade dos alunos. Já em IA no ensino das artes, o foco são as ferramentas e métodos que facilitam a aprendizagem criativa e a expressão artística através da tecnologia.

Por fim, Desafios e oportunidades da IA na educação em artes analisa os desafios éticos, culturais e técnicos na integração da inteligência artificial à educação artística. Nele, são discutidas as oportunidades no ensino e na prática das artes, considerando as implicações da tecnologia na diversidade cultural e na expressão criativa.

Sobre da professora

Nina da Hora é cientista da computação, pesquisadora, ativista e colunista da revista MIT Technology Review Brazil. Além disso, apresenta o podcast Ogunhê, integra o Conselho de Segurança do TikTok e colabora com instituições culturais como o Museu da Língua Portuguesa e a Bienal de São Paulo, explorando as interseções entre arte, IA e racismo. Considera-se hacker antirracista, atuando na interseção entre ética e IA.

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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