10 anos do Projeto Canhoteiro é celebrado com novo ciclo de atividades patrocinado pela Equatorial


No ano em que completa 10 anos de execução, o projeto canhoteiro ganhou importante apoio do Governo Federal por meio do Ministério do Esporte via Lei de Incentivo ao Esporte com patrocínio da Equatorial.

Com a realização do Instituto de Estudos Sociais e Terapias Integrativas – IESTI – nesse novo ciclo o projeto Canhoteiro – Esporte Solidário atende a 90 crianças e adolescentes divididas em turmas de futebol e capoeira em atividades que acontecem semanalmente atendendo a uma população em vulnerabilidade residente na Vila Tamer e Adjacências.

Ao longo de uma década o projeto Canhoteiro – Esporte solidário já beneficiou mais de 400 crianças e adolescentes proporcionando inclusão social por meio do acesso ao esporte, contribuindo para uma formação cidadã, sendo um espaço de referência e acolhimento para a comunidade local.

Com uma metodologia inspirada nas práticas de rua, o Camhoteiro é apenas um palco, digamos assim, mais técnico – no sentido de ser um lugar apropriado para sistematizar os fundamentos das práticas oferecidas. Sem a preocupação de formar craques ou campeões, embora não os exclua como resultado final, o projeto pretende aprofundar o caráter lúdico das modalidades mostrando que aprender e sentir prazer não se opõem, ao contrário, resgata o sentido social, ensinando a perder e a ganhar, a lidar com a vitória e com a frustração, habilidades que, quando assimiladas, só fazem o homem ser mais feliz e ajustado.

Nessa perspectiva, a prática do jogo deve também ser regida por regras que dizem respeito aos praticantes. Os alunos podem e devem estabelecer o seu conjunto de regras para que o jogo flua de acordo com suas capacidades e limitações. Ao definir as regras, os alunos se apropriam da prática de forma ainda mais orgânica e os resultados verificados apontam que este tipo de abordagem cria um ambiente para o processo de integração pessoal com a tomada de consciência de sua própria dignidade, auto-estima, consciência corporal, comunicação, responsabilidade, autonomia e exercício da cidadania. A essência do jogo é garantida e é marcada pela possibilidade de novas vivências e experimentações dos praticantes.

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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