Exposição do Museu Itinerante da Amazônia – MIA é aberta em São Luís

Gê Viana, artista maranhense, fomenta reflexões sobre identidade e ancestralidade em suas obras

Um momento de celebração e troca de saberes. Em celebração a Semana do Meio Ambiente, nesta quarta-feira, 04, acontece a abertura da exposição “MIA – Passado, Presente e Futuros”, do Museu Itinerante da Amazônia (MIA) para inspirar novas formas de habitar o território a partir da arte, da ciência, da tradição e da arquitetura.

A iniciativa ocorre às 19h, Museu de Artes Visuais (MAV) – Rua Portugal, 273, Praia Grande – Centro Histórico, com entrada gratuita.

Após sua estreia em Manaus, o MIA aterrissa no Nordeste brasileiro para provocar reflexões sobre os impactos da crise climática nas cidades amazônicas e o papel essencial dos saberes indígenas, quilombolas, ribeirinhos e periféricos na construção de futuros mais justos e adaptados.

A exposição traz uma experiência imersiva e decolonial, onde cada detalhe convida à escuta ativa e ao reconhecimento das tecnologias sociais ancestrais que nos ajudam a repensar as cidades diante da emergência climática. A noite de abertura também marca a entrada da artista maranhense Gê Viana no acervo do MIA, com a obra “Para estratégias de sobrevivência, as maiores tecnologias são as nossas”.

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Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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