Capital maranhense abrirá o circuito do Festival Instrumental Nacional (FINA)

A cidade Patrimônio Histórico da Humanidade, São Luís do Maranhão, foi escolhida para abrir a rota de um belíssimo festival que saúda o DNA musical de nossa nação brasileira dotado da contribuição dos indígenas, dos colonizadores e dos negros, resultando numa mistura original e diversificada que ao longo dos séculos contribuiu para valorizar a nossa Identidade Cultural.

É o Choro, Samba, Frevo, Samba-Jazz e Bossa Nova, que ouviremos e apreciaremos durante três noites de espetáculos, do Festival Instrumental Nacional (FINA), nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2022, de sexta a domingo, aberto ao público, na Praça Maria Aragão.

A programação é extensa, mas, por enquanto, foi divulgado apenas o primeiro grande nome nacional, o bandolinista Hamilton de Holanda, que fará a abertura do festival no dia 19 de agosto, sexta-feira, às 20h, com o show Hamilton de Holanda Trio em homenagem a Baden Powell.

Além dos shows, farão parte da programação, workshop, palestras e ações de sustentabilidade, em parceria com organizações não governamentais de reciclagem de lixo e medição de carbono para plantio de árvores na própria praça Maria Aragão.

A produção local leva a assinatura do tarimbado Guilherme Frota. O patrocínio é do Instituto Vale.

Para saber mais e acompanhar tudo é só seguir: @festivalfina.

Imperdível!

 

 

Da redação, com informações da produção local.

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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