Com produção de Zeca Baleiro, “Nada de Se Matar ou Morrer de Amor” marca a estreia de Daíra como compositora 

Unindo o estilo clássico da MPB com a contemporaneidade, a cantora Daíra apresenta seu lado mais romântico em estreia como compositora, após uma história conectada à canções de protesto e à sua efervescente vontade de mudar o mundo. O quarto álbum da cantora, “Nada de Se Matar ou Morrer de Amor”, chegou às plataformas digitais na última quinta-feira (30 de janeiro). A niteroiense, que iniciou sua trajetória musical aos 10 anos, agora dá um passo marcante como compositora. “Peguei uma série de traumas e essa sensação, e transformei tudo em empoderamento. É isso que eu fiz nesse disco, a partir de vivências que me fizeram sentir muito, amar muito e me perceber mulher nesse mundo”, revela Daíra.

O disco conta com a produção musical de Zeca Baleiro, que contribuiu com sua sensibilidade para dar forma às composições de Daíra. “Eu conheci a Daíra por meio do disco ‘Amar e Mudar as Coisas’, em que ela homenageava o Belchior, e achei muito bonito, muito intenso. Algo nela me lembrou a chegada da Cássia (Eller). Um grande amigo em comum, o Alexandre Valentim, empresário da Elba Ramalho, sempre falava que precisava fazer alguma coisa com essa menina, um talento e tal… e eu fui prestando atenção nela e vendo que realmente tinha uma voz muito pessoal, muito peculiar… E quando eu falo voz, eu falo tudo, de estilo, de pegada, de modo de cantar. Depois fui descobrir o lado compositor dela e fiquei mais encantado ainda. Por isso a convidei para produzir seu disco, que é o primeiro autoral”, relembra Zeca Baleiro.

Daíra e Baleiro anunciaram o lançamento do álbum com o single em parceria “Pra Sentar Num Bar”, que cantam juntos. Entre os destaques, “Nada de Se Matar ou Morrer de Amor” ainda tem duetos de Daíra com Andréa Bak em “Deus é Mulher”, com Lola Parda (da dupla argetina Perotá Chingó) e Lucas Fidelis em “Corazón de Piedra” e, direto do grupo Bala Desejo, com Zé Ibarra ⁠⁠em “Little Gipsy”. E traz parcerias de Daíra com Andréa Bak, Carluiz Saboia, Diana Manacá, João Mantuano, Lola Parda, Lucas Fidelis e Zeca Baleiro.

“Nada de Se Matar ou Morrer de Amor” é um trabalho visceral e íntimo, fruto de mais de um ano de dedicação. “Junto com a visão atenta do Zeca sobre o que poderia ser esse disco – e o que se tornou –, apresento minha primeira obra com palavras e melodias que nasceram de mim. Com a minha melhor voz, na minha melhor fase, considero que estou nascendo junto com esse disco, porque nasce também uma nova compositora. Muito prazer, eu me chamo Daíra e o meu disco se chama ‘Nada de Se Matar ou Morrer de Amor’”.

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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