Mestre Didi ganha grande retrospectiva no Itaú Cultural após mais de 15 anos

O Itaú Cultural abre, no dia 7 de abril, a exposição Mestre Didi – invenção e ancestralidade na arte afro-brasileira, primeira grande mostra individual de Mestre Didi no país em mais de 15 anos. A programação de abertura inclui a cerimônia tradicional Oro Ojés, conduzida pelo terreiro Ilê Asipá, reforçando o vínculo entre arte e espiritualidade que marca a trajetória do artista.

São Paulo – A exposição reúne cerca de 170 peças, entre esculturas, documentos, fotografias e materiais audiovisuais, distribuídas em diferentes núcleos expositivos. Reconhecido como um dos principais nomes da arte afro-brasileira, Mestre Didi construiu uma obra que articula forma, rito e ancestralidade, a partir de elementos ligados ao culto dos orixás.

Com curadoria de Ayrson Heráclito e Rodrigo Moura, a mostra propõe um diálogo entre a produção do artista e a de outros nomes do modernismo afro-brasileiro, além de artistas contemporâneos influenciados por sua obra. A exposição também evidencia sua atuação como pesquisador e líder espiritual, ampliando o entendimento de sua inserção no circuito das artes.

Aberta ao público até 5 de julho, a mostra reafirma a relevância de Mestre Didi na construção de uma linguagem artística profundamente conectada às matrizes africanas e à cultura brasileira.

ITAÚ CULTURAL
Avenida Paulista, 149 – próximo à estação Brigadeiro do metrô Entrada gratuita

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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