
As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida, em vigor desde 2 de janeiro, inauguram um novo ciclo para o mercado habitacional ao ampliar os tetos de financiamento, reduzir taxas de juros e reforçar subsídios, especialmente para as faixas 1 e 2. O cenário cria condições ainda mais favoráveis para a conquista da casa própria e estimula a cadeia da construção civil.
Líder em habitação econômica, a MRV fortalece sua estratégia com o novo desenho do programa. Nos primeiros nove meses de 2025, a companhia lançou mais de 31 mil unidades residenciais, com 97% enquadradas no Minha Casa, Minha Vida. A atualização dos tetos, que agora chegam a até R$ 270 mil em grandes centros urbanos, amplia em cerca de 37% o acesso das faixas 1 e 2 ao portfólio da empresa.
O pacote também inclui redução de juros e reforço dos subsídios do FGTS, apoiado por um orçamento recorde de R$ 160,5 bilhões para 2026, dos quais R$ 144,5 bilhões destinados à habitação. As medidas alcançam 75 municípios e impactam mais de 51 milhões de habitantes, com destaque para Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
“Existe uma demanda consistente por moradia no Brasil, e o programa federal cumpre um papel essencial ao viabilizar o acesso à casa própria”, afirma Eduardo Fischer, CEO da MRV, que projeta um ambiente positivo para 2026.
Com cerca de 270 canteiros de obras ativos em 22 estados, a MRV reúne escala e capilaridade para potencializar os efeitos desse novo ciclo, contribuindo para a ampliação da oferta habitacional e a redução do déficit de moradia no país.
Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.










