O Brasil se despede de Preta Gil

(Foto: Lucas Sakamoto)

O Brasil inteiro está consternado com a notícia do falecimento de Preta Gil durante à tarde do último domingo, 20. A família está cuidando dos trâmites para o translado do corpo da artista, que só deve chegar de Nova York (EUA), onde ela morreu, ao Rio de Janeiro, a partir desta quarta-feira (23). O desejo dela é de ser velada no Teatro Municipal da capital carioca e ter o cortejo do corpo feito em um trio elétrico (arrastando a multidão como ocorria no Bloco da Preta). 

Preta Gil enfrentou com muita bravura a sua luta contra o câncer, ajudou a aumentar a conscientização sobre essa doença tão desafiadora, contribuindo para que mais pessoas busquem diagnóstico precoce e tratamento adequado.

Encantada pela experiência de conexão com a natureza e a rara beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, a artista visitava, eventualmente, o Maranhão. Numa dessas ocasiões, veio comemorar  o aniversário de 40 anos da “irmã de coração”, Marina Morena, em 2023. Um ano antes, a cantora baiana Preta Gil abrilhantou a segunda e última noite de shows do festival Tim Music, em são Luís, cantando sucessos como “Sinais de fogo”, “Stereo”, “Só o Amor” e “Vá se Benzer”. Voltou em 2024, e escreveu nas redes sociais: Atins sempre me cura e dessa vez não foi diferente. Me sinto revitalizada e pronta para a chegada do #Preta50 com muito Axé e Amor.

Majestosa, Preta Gil conquistou o carisma da maioria dos brasileiros. Deixou uma grande lição de esperança, resistência e amor à vida.                                                                                                                                                                                                                     (V.S)

Vanessa Serra é Jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Assessora de Imprensa e Comunicação.

Pesquisadora musical e entusiasta da Cultura do Vinil/DJ.

Antes de dedicar-se ao conteúdo on-line, publicou o Diário de Bordo, na mídia impressa, por 25 anos. Marcou também sua atuação profissional, por 20 anos, desenvolvendo estratégias de produção e roteiro de programas de rádio e TV, com foco em entretenimento.

É criadora do projeto “Vinil & Poesia” com ações diversas, incluindo feira, saraus e produção fonográfica. Lançou a coletânea maranhense Vinil e Poesia – Vol. 1, em mídia física (LP) e plataformas digitais, reconhecida no Prêmio Papete 2021.

Em 2020, idealizou o programa “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. Dentre as realizações, produz bailes e circuitos, a partir do Alvorada que tem formato original e inovador, 100% vinil, apresentado, ao ar livre, nas manhãs de domingo, com transmissão nas redes sociais e na Rádio Timbira FM.

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